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Projeto, Instalação e Manutenção Elétrica
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BANCO DE CAPACITORES
Para compreender o funcionamento de um banco de capacitores é necessário conhecer o equipamento conhecido como capacitor elétrico. Este equipamento é constituído de duas placas metálicas condutoras separadas por uma camada isolante chamada “dielétrico”. A função desse equipamento é armazenar em suas placas metálicas, cargas elétricas.

Os capacitores fornecem ao sistema elétrico a energia reativa capacitiva. Entretanto, o excesso de energia reativa (indutiva ou capacitiva) prejudica/dificulta as operações e os equipamentos instalados nas redes elétricas.

Portanto, utilizamos o banco de capacitores formado por vários capacitores unitários com um controle automático. A função do controle é verificar continuamente a energia reativa do sistema elétrico e conectar (ligar) a quantidade de capacitores necessários para corrigir o excesso da energia reativa indutiva, de forma automática.

Quando existe na instalação elétrica muitas cargas indutivas (bobinas) em funcionamento, torna-se necessária a instalação de bancos de capacitores para suprimir a energia reativa indutiva. Isso porque, a energia produzida pelos capacitores compensa a energia reativa indutiva produzida nas bobinas.

Essa técnica é utilizada para correção do fator de potência e consequentemente eliminar a cobrança de excedente reativo para consumidores de energia elétrica industrial e comercial.

FATOR DE POTÊNCIA
Em circuitos de corrente alternada (CA) puramente resistivos, as ondas de tensão e de corrente elétrica estão em fase, ou seja, mudando a sua polaridade no mesmo instante em cada ciclo. Quando cargas reativas estão presentes, tais como capacitores ou condensadores e indutores, o armazenamento de energia nessas cargas resulta em uma diferença de fase entre as ondas de tensão e corrente. Uma vez que essa energia armazenada retorna para a fonte e não produz trabalho útil, um circuito com baixo fator de potência terá correntes elétricas maiores para realizar o mesmo trabalho do que um circuito com alto fator de potência.

A potência ativa é a capacidade do circuito de produzir trabalho em um determinado período de tempo. Devido aos elementos reativos da carga, a potência aparente, que é o produto da tensão pela corrente do circuito, será igual ou maior do que a potência ativa.

A potência reativa é a medida da energia armazenada que é devolvida para a fonte durante cada ciclo de corrente alternada. É a energia que é utilizada para produzir os campos elétrico e magnético necessários para o funcionamento de certos tipos de cargas como, por exemplo, retificadores industriais e motores elétricos.

O fluxo de potência em circuitos de corrente alternada tem três componentes: potência ativa (P), medida em watts (W); potência aparente (S ou N), medida em volt-ampères (VA); e potência reativa (Q), medida em var,(var), este grafado sempre em letras minúsculas. O fator de potência pode ser expresso como: FP = P/S

No caso de formas de onda perfeitamente senoidais, P, Q e S podem ser representados por vetores que formam um triângulo retângulo, também conhecido como triângulo de potências, sendo que: S² = P²+Q²

Se φ é o ângulo de fase entre as de ondas de corrente e tensão, e sabendo que a potência activa não pode ser negativa (elementos resistivos não fornecem energia), então o cos φ ≥ 0, consequentemente: -π/2 ≤ φ ≤ π/2, então o fator de potência é igual a cosΦ, e: P = S cosΦ

Por definição, o fator de potência é um número adimensional entre 0 e 1. Quando o fator de potência é igual a zero (0), o fluxo de energia é inteiramente reativo, e a energia armazenada é devolvida totalmente à fonte em cada ciclo. Quando o fator de potência é 1, toda a energia fornecida pela fonte é consumida pela carga. Normalmente o fator de potência é assinalado como atrasado ou adiantado para identificar o sinal do ângulo de fase entre as ondas de corrente e tensão elétricas que são geradas.

O fator de potência é determinado pelo tipo de carga ligada ao sistema elétrico, que pode ser:

• Resistiva
• Indutiva
• Capacitiva

Se uma carga puramente resistiva é conectada ao sistema, a corrente e a tensão mudarão de polaridade em fase, nesse caso o fator de potência será unitário (1), e a energia elétrica flui numa mesma direção através do sistema em cada ciclo. Cargas indutivas tais como motores e transformadores (equipamentos com bobinas) produzem potência reativa com a onda de corrente atrasada em relação à tensão. Cargas capacitivas tais como bancos de capacitores ou cabos elétricos enterrados produzem potência reativa com corrente adiantada em relação à tensão. Ambos os tipos de carga absorverão energia durante parte do ciclo de corrente alternada, apenas para devolver essa energia novamente para a fonte durante o resto do ciclo.

Por exemplo, para se obter 1 kW de potência ativa quando o fator de potência é unitário (igual a 1), 1 kVA de potência aparente será necessariamente transferida (1 kVA = 1 kW ÷ 1). Sob baixos valores de fator de potência, será necessária a transferência de uma maior quantidade de potência aparente para se obter a mesma potência ativa. Para se obter 1 kW de potência ativa com fator de potência 0,2 será necessário transferir 5 kVA de potência aparente (1 kW = 5 kVA × 0,2).

Frequentemente é possível corrigir o fator de potência para um valor próximo ao unitário. Essa prática é conhecida como correção do fator de potência e é conseguida mediante o acoplamento de bancos de indutores ou capacitores, com uma potência reativa Q contrário ao da carga, tentando ao máximo anular essa componente. Por exemplo, o efeito indutivo de motores pode ser anulado com a conexão em paralelo de um capacitor (ou banco) junto ao equipamento.

As perdas de energia aumentam com o aumento da corrente elétrica transmitida. Quando a carga tem fator de potência menor do que 1, mais corrente é requerida para suprir a mesma quantidade de potência útil. As concessionárias de energia estabelecem que os consumidores, especialmente os que possuem cargas maiores, mantenham os fatores de potência de suas instalações elétricas dentro de um limite mínimo,hoje 0,92 estuda-se aumentar para 0,96 caso contrário serão penalizados com cobranças adicionais. Engenheiros freqüentemente analisam o fator de potência de uma carga como um dos indicadores que afetam a eficiência da transmissão e geração de energia elétrica.

COMPONENTES NÃO-SENOIDAIS
Em circuitos que têm apenas tensão e corrente alternadas, o efeito do fator de potência cresce somente com a diferença de fase entre ambas. Isso é conhecido como "fator de potência de deslocamento". Este conceito pode ser generalizado para fatores de potência reais onde a potência aparente inclui componentes de distorção harmônica. Isso possui uma importância prática em sistemas de potência que contém cargas não-lineares tais como retificadores, algumas formas de iluminação elétrica, fornos a arco, equipamentos de solda, fontes chaveadas, entre outros.

Um exemplo particularmente importante são os milhões de computadores pessoais que possuem fontes chaveadas com potência variando entre 150 W a 500 W. Historicamente, essas fontes de baixo custo incorporam um retificador simples de onda completa que conduzem apenas quando a tensão instantânea excede a tensão no capacitor de entrada. Isso produz altos picos de corrente de entrada, que, por sua vez, produzem distorções no fator de potência e problemas de carregamento, tanto dos condutores fase como neutro das instalações e dos sistemas elétricos.

Um multímetro típico fará leituras incorretas de correntes que possuam componentes harmônicas. Será necessário um multímetro que meça o valor true RMS para se medir o valor real das correntes e tensões (e a potência aparente por consequência). Para medir a potência ativa ou reativa será necessário escolher adequadamente o wattímetro, para que faça medições de correntes não-senoidais.

LEGISLAÇÃO
No Brasil, a Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL estabelece que o fator de potência nas unidades consumidoras deve ser superior a 0,92 capacitivo durante 6 horas da madrugada e 0,92 indutivo durante as outras 18 horas do dia. Esse limite é determinado pelo Artigo nº 95 da Resolução ANEEL nº414 de 09 de setembro de 2010, e quem descumpre está sujeito a uma espécie de multa que leva em conta o fator de potência medido e a energia consumida ao longo de um mês.

A mesma resolução estabelece que a exigência de medição do fator de potência pelas concessionárias é obrigatória para unidades consumidoras do Grupo A (supridas com mais de 2300 V) e facultativa para unidades consumidoras do Grupo B (abaixo de 2300V, como prédios comerciais, estruturas comerciais, residências em geral, entre outros). A cobrança para o Grupo B, na prática, raramente ocorre, pois demandaria a instalação de medidores de energia reativa em cada uma das unidades consumidoras, o que ainda não compensa financeiramente.

No Brasil, ainda não existe legislação para regulamentar os limites das distorções harmônicas nas instalações elétricas.

Atendimento: Predial - Comercial - Industrial
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Montagem de Banco de Capacitores - Mogi das Cruzes/SP e Região
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(11) 4721-8094 FIXO | (11) 97388-6528 VIVO | (11) 96352-7131 TIM
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FOGÃO ELÉTRICO COOKTOP DE INDUÇÃO
O Fogão de Mesa Cooktop de Indução é um equipamento que requer um circuito elétrico de uso especifico, ou seja, é necessário dimensionar adequadamente os cabos e dispositivo de proteção (disjuntores) para máxima eficiência do produto e segurança em sua utilização.
A ligação elétrica no ramal exclusivo do Cooktop de Indução pode ser feita através de:
• Ligação por conexão direta com a fiação da residência (recomendada); ou
• Ligação com plug e tomada (compatíveis).
Instalações elétricas mal elaboradas podem causar o aquecimento nas conexões e nos fios, resultando em curto-circuito, falhas de funcionamento e/ou danos à residencia e aos usuários.
Uma instalação inadequada do condutor de aterramento pode resultar em risco de choque elétrico.
Observar a regulamentação da ABNT NBR5410 (Norma Brasileira de Instalação Elétrica de Baixa Tensão). Consulte um eletricista qualificado.

Solicite um Orçamento!
Eletricista Residencial em Mogi das Cruzes/SP
Alemetec Elétrica
(11) 4721-8094 | (11) 97388-6528 | (11) 96352-7131
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#Eletricista #Elétrica #MogiDasCruzes
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INSTALAÇÃO E CONSERTO DE INTERFONE
Atendimento:
Residencial - Predial - Comercial - industrial

Instalação e Conserto:
• Interfone
• Interfone e Fechadura Elétrica
• Vídeo Porteiro
• Vídeo Porteiro e Fechadura Elétrica
• Interfone Porteiro Eletrônico Coletivo
Dentre outros serviços...

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(11) 4721-8094 fixo | (11) 97388-6528 vivo | (11) 96352-7131 tim
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https://youtu.be/ofDqFiqioeo

#MogiDasCruzes   #Eletricista   #Elétrica  
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ELETRICISTA CONTRATO DE SERVIÇO ONE DAY
Manutenção Preventiva especializada para atender residências, hotéis, clínicas, academias, escritórios, lojas, postos de combustível, condomínios, supermercados, dentre outros.

Serviços elétricos ONE DAY (1 dia), essa modalidade de serviço resume-se em um contrato de apenas 1 dia, onde se você tem vários reparos elétricos em sua empresa e quer realizar todos em um só dia, com agilidade, segurança e garantia, e com a vantagem de pagar um preço fixo, sem surpresas no final do dia, isto é Fast Service, então contrate o ONE DAY e fique tranquilo.

Previamente agendado e com preço fixo, toda a manutenção preventiva é realizada em um único dia, a qualquer hora. Disponível 8 horas para atender a disponibilidade de nossos clientes.
ONE DAY tem como objetivo realizar uma manutenção ágil, a qualquer hora do dia ou da noite possibilitando que nossos clientes tenham a opção de escolher horários em que a empresa não esteja aberta ao público.

O que compõe o Contrato One Day:
• Equipe altamente qualificada e treinada de 2 à 5 técnicos à depender da quantidade de serviços a serem executados e também do tamanho de sua empresa.
• Você terá a sua disposição de 2 à 5 técnicos durante um período de até 8 horas, executando todos os seus problemas elétricos com agilidade e confiabilidade.
• Serviços garantidos,melhor eficiência e qualidade do serviço, pois os técnicos estão preparados com todos os equipamentos necessários.
Instalação elétrica é coisa séria. Não confie seu patrimônio na mão de amadores, faça com especialistas!

Solicite Contrato de Serviço One Day!
Eletricista em Mogi das Cruzes/SP e Região
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MUDANÇA DE TENSÃO ELÉTRICA
- Tomadas 110V para 220V
- Tomadas 220V para 110V

Qual Tensão Usar?
As instalações Elétricas com voltagem 110V e 220V têm o mesmo desempenho, tanto no consumo de energia quanto ao grau de periculosidade. Ou seja, escolher entre uma ou outra não vai acarretar economia na conta de luz, melhor funcionamento dos aparelhos nem mais segurança para a casa. “O consumo de energia é dado pela potência elétrica (Watts) dos aparelhos que estão ligados na instalação e não pela tensão (Volts). Um aquecedor de 1.500W registrará o mesmo nível de consumo numa instalação de 110V ou de 220V”. Da mesma forma, levar um choque em qualquer uma das voltagens é igualmente perigoso e capaz de causar morte.

A única diferença entre as voltagens está relacionada ao dimensionamento dos componentes da instalação elétrica, já que usar tensão nominal 220V permite que os fios que vão transportar a energia pela residência sejam de calibre menor, isto é, mais finos do que os usados para 110V. “De certa forma, mas não muito significativa, fazer a instalação em 220V sairia um pouco mais barato, porque os fios seriam mais baratos e a mão de obra também, pois dá menos trabalho puxar um fio mais fino”.

No Brasil se convencionou usar 110V para a alimentação de lâmpadas e tomadas, e 220V para equipamentos de alta potência, como ar condicionados, chuveiros e torneiras elétricas.

A escolha da tensão nominal não é puramente do usuário. “Temos regiões onde a distribuição elétrica é 110V, 115V ou 127V, em outros é 220V e, em outros ainda bifásica, ou seja, 110V, 115V ou 127V e 220V. Portanto, a escolha não é uma opção do usuário. Por isso, a orientação é procurar um profissional que tenha conhecimento da tensão elétrica da região e local onde executará o serviço, pois ele saberá qual é o caso do imóvel do consumidor”.

Os Aparelhos Bivolts
Os especialistas defendem que não há problema em ter a instalação de iluminação e tomadas de uso geral em 110V e alguns produtos em 220V, mas é essencial conhecer a voltagem de cada parte da casa. Um equipamento 110V vai sofrer um curto-circuito se ligado em 220V e queimar. Além disso, o acidente pode fazer circular uma corrente de curto-circuito pela instalação elétrica capaz de causar danos em outros aparelhos e até de ocasionar incêndios.

No caso contrário, quando algum eletroeletrônico 220V é ligado em 110V, ele pode não funcionar, mas não sofrer danos ou funcionar com uma performance muito abaixo da esperada.

Muitos dos eletrônicos e eletrodomésticos disponíveis hoje no mercado são bivolts, o que significa que são projetados para funcionar tanto em uma quanto em outra voltagem. Estes aparelhos podem ser bivolts automáticos, quando a próprio equipamento reconhece a voltagem da tomada onde está ligado e se adapta, ou manual, quando uma chave geralmente na parte traseira do equipamento pode ser colocada na posição 110V ou 220V.

Eletricista em Mogi das Cruzes/SP e Região
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#Eletricista #Elétrica #Mogidascruzes
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