Como tudo na ideologia conservadora, o antifeminismo conservador se fecha em suas próprias ideias enlatadas e mal consegue ir ao mundo real quando a esquerda faz besteiras suficientes para que qualquer outra coisa seja digna de atenção. Por isso as denúncias sérias contra as atrocidades do movimento feminista só começaram a chegar ao público quando foram feitas por ex-militantes como Erin Pizzey, porque tudo que mulheres conservadoras como Phyllis Schlafly tinham eram lendas urbanas e ufanismo provinciano. Também por isso o Ativismo de Direitos dos Homens começou com homens ex-feministas, e não com pregadores que descobrem mensagens contra a família em desenhos animados. As palavras das atrizes pornôs Valentina Nappi, Mercedes Carrera e a feminista Nina Hartley contra o Feminismo Radical são muito mais relevantes que as do grupo Women Against Feminism, talvez só não sejam conhecidas por mais gente porque os conservadores são em maior número que os fãs de pornografia inteligentes. Senhoras ditas antifeministas conservadoras (na verdade, feministas de direita) como Suzanne Venker, Ann Coulter, Thais Azevedo, Bruna Luíza ou Ana Caroline Campagnolo só são levadas a sério porque netos cabaços de coronéis falidos e senhores genros de assassinos de aluguel têm fantasias sexuais mal resolvidas.
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